Bom dia (espia a hora)
Quinta-feira cheguei em casa de madruga.
Denny, um amigo me convidou para sair com ele e um amigo inglês.
Aceitei o convite.
Denny trabalharia até as oito e eu cheguei na casa dele bem antes disso.
O porteiro:
- Você é a Mímide?
- Sou
- Denny ligou e pediu para avisar que vai chegar atrasado.
- Ai. O amigo dele tá aí?
- Tá. É gringo.
- Fala nada de portugês?
- Não.
- Nem eu de inglês.
10 minutos depois:
- É vou subir.
Campainha.
- Hi
- Hi
- My name's Nínive. Sorry, I don't speak english, but I will try.
- Eo thambém, no falow portugueix.
- Que beleza. I join?
Hesitante
- Ok.
Mal adentrei e percebi o porque que ele atendeu a porta só com a cabeça de fora: estava só de cueca.
Então eu quis dizer: - não se preocupe (not worry), mas eu disse:
- I do not care
Que quer dizer, por mim pode ficar assim.
ASSEDIEI O CARA!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Ficou por isso mesmo.
Quando Denny chegou eu disse: Deus seja louvado!
Fomos ao Coronel Picanha. Comemos, bebemos e saímos de lá mais de 23h.
O Anees (gringo) estava morto de sono, porque para ele já eram umas 3 da manhã. Coitado, fuso horário é mals.
Denny me deixou no terminal. Peguei o último do último busão.
Hoje, Denny me contou que eles ainda foram para a rua da Lama e beberam até as três.
Para o Anees, eram sete da matina. Deve ser por isso que ele já queria ir embora tomar café da manhã.
Amanhã (hoje) eu tenho uma festa ótima para ir! (Restabelecendo)
Domingo vou viajar com o Denny e o Anees.
Tenho que tomar vergonha e dar um jeito de aprender inglês genteeeee!!!!
No mais tudo nos conformes.
Muah!
Razão ...
RAZÃO ...
O conhecimento que recebemos, na maioria das vezes, não tem muita relação com a nossa história, no máximo tem relação com a nossa formação profissional.
Aprendemos a acumular conhecimentos, aplicar fórmulas, analisar teorias, repetir regras ...
Todos esses eventos têm relação direta com a nossa história pessoal, nossos sonhos, expectativas, projetos, relações sociais, frustrações, prazeres, inseguranças, dores emocionais e até crises existenciais.
Adquirir essas experiências e vivê-las a tal ponto de segurar as lágrimas para que não derramem, estar preso a pensamentos nunca revelados, ter temores não expressos, palavras não ditas, inseguranças comunicadas e reações psicológicas não decifradas, são àquelas em que aprendemos na escola da existência. É nessa escola que deixamos raízes, saudades e memórias infindáveis.
É vivendo com cada experiência, que aprendemos a lidar com ela.
Por todos esses motivos, a razão desse espaço é dividir aprendizagem, oportunizar leituras, e claro, me exercitar na escrita e na comunicação.
Seja muito bem vindo!
O conhecimento que recebemos, na maioria das vezes, não tem muita relação com a nossa história, no máximo tem relação com a nossa formação profissional.
Aprendemos a acumular conhecimentos, aplicar fórmulas, analisar teorias, repetir regras ...
Todos esses eventos têm relação direta com a nossa história pessoal, nossos sonhos, expectativas, projetos, relações sociais, frustrações, prazeres, inseguranças, dores emocionais e até crises existenciais.
Adquirir essas experiências e vivê-las a tal ponto de segurar as lágrimas para que não derramem, estar preso a pensamentos nunca revelados, ter temores não expressos, palavras não ditas, inseguranças comunicadas e reações psicológicas não decifradas, são àquelas em que aprendemos na escola da existência. É nessa escola que deixamos raízes, saudades e memórias infindáveis.
É vivendo com cada experiência, que aprendemos a lidar com ela.
Por todos esses motivos, a razão desse espaço é dividir aprendizagem, oportunizar leituras, e claro, me exercitar na escrita e na comunicação.
Seja muito bem vindo!
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sábado, 13 de março de 2010
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