Por algum tempo.
Razão ...
O conhecimento que recebemos, na maioria das vezes, não tem muita relação com a nossa história, no máximo tem relação com a nossa formação profissional.
Aprendemos a acumular conhecimentos, aplicar fórmulas, analisar teorias, repetir regras ...
Todos esses eventos têm relação direta com a nossa história pessoal, nossos sonhos, expectativas, projetos, relações sociais, frustrações, prazeres, inseguranças, dores emocionais e até crises existenciais.
Adquirir essas experiências e vivê-las a tal ponto de segurar as lágrimas para que não derramem, estar preso a pensamentos nunca revelados, ter temores não expressos, palavras não ditas, inseguranças comunicadas e reações psicológicas não decifradas, são àquelas em que aprendemos na escola da existência. É nessa escola que deixamos raízes, saudades e memórias infindáveis.
É vivendo com cada experiência, que aprendemos a lidar com ela.
Por todos esses motivos, a razão desse espaço é dividir aprendizagem, oportunizar leituras, e claro, me exercitar na escrita e na comunicação.
Seja muito bem vindo!
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Você merece!
Por algum tempo.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Modo OFF
No mais sou normal. De longe. Na verdade, a distância de um beiço de pulga como diz Giselle e por ora cantarolo a frase de uma música que achei a melhor do ano: tá a fim de um romance, compra um livro, se quer felicidade vem me ver de novo.
Modo off ligado eti momenti.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Ó, assim: amo você
Ó assim: amo você
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Longe dos olhos mas perto do coração
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Especialista em generalidades
Dormi cedo, acordei cedo e fui a praia quase todos os dias, mesmo a chuva ameaçando cair. Ela caia e tá a bonita na praia sendo burlada. Mineiro num tem disso não. Guarda sol serve também para guardar a chuva, uai.
Não fiz compras, ganhei presentes e trouxe muitas fotos de recordação. Cheguei renovada e alegre. Mas só eu. As bonitas das minhas malas foram dar uma voltinha em Salvador e devem chegar qualquer dia desses aí. Isso são detalhes perto do bate papo cabeça que tive em Camburi a la Itaipava. Especialista em generalidades. Essa foi a melhor. Só esqueci de dizer - ou reforçar - que sou formada em Secretariado Executivo Trilingue onde se ensina a multidisciplinaridade da função e do exercício da profissão. Agora tenho diploma reconhecido pelo MEC nessa área. Estudei direito, economia, marketing, arquivo, recursos humanos, matemática financeira, protocolo e cerimonial ... etecetera, etecetera. Tá?
Certo dia me falaram que eu tenho o vocabulário vasto. Também já me falaram que eu falo difícil e em uma briga de casal, um namorado boliviano disse que las palabras que salen de mi boca eran demasiado loco.
Doida não nego, aliás não nego nem que não sei ler mapa. Mas é nada de nada mes-mo. Vôo baixo nesse quesito e por força profissional sambo dentro da roupa quando me perguntam onde a Cia Aérea que trabalho não voa na Ásia. Vem cá, isso é pergunta que se faça? Não dá pra perguntar pra’onde voa? Tudo bem que eu vou sempre responder: para a América do Sul, Europa, Estados Unidos e uma parte da Ásia. Agora, me perguntar em que parte não voa, está me humilhando demais não acha não?
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Eu nunca
- Pai se o senhor comprar prá mim eu nunca mais vou te pedir nada!
De soslaio, me olhou e respondeu:
- Ah quem dera!
- É verdade. Nunca mais.
Ganhei.
Na adolescência, dei um faniquito aqui em casa que queria porque queria uma bolsa que tinha visto no Shopping e ai ai ai Pai, por favor, há tempos que o senhor não me dá nenhum presente e eu pre-ci-so daquela bolsa, ela é a coisa mais linda que eu já vi,vamos lá no Shopping só pro senhor ver. Arrumei um falatório sem fim e vencido pela insistência, fomos. Chegando lá, a bolsa já reservada e eu:
- Mãe, ela não é linda, olha só, ai por favor Pai, a moça dividi e se o senhor levar a carteira nem vai ficar caro, ai Pai por favor, eu não te peço mais nada esse ano. Nunca mais.
Ganhei.
Agora, mais velha e já manjada com esses meus Eu Nunca, sou a primeira a puxar a brincadeira na roda de amigos. Funciona assim. Eu falo: eu nunca andei de elevador. Quem já andou, bebe. Como não tem graça brincar assim,a brincadeira começa sob outro ponto de vista:
- Eu nunca fiz streaptease.
De umas setes pessoas na mesa, umas seis bebe, menos o novato que ao invés de beber ooo-u não beber, começa a perguntar pra quem foi feito, quando e porque.
- Bem, ou você bebe ou não bebe, não tem o porque, responde uma de nós.
- Eu nunca fumei.
A metade da mesa bebe.
O dito cujo: - mas você já fumou, mas você não fuma, já fumou o que?
Paramos a brincadeira e resolvemos deixá-la mais clara.
- Beeem, a brincadeira é assim: você fala alguma coisa que você fez ou que você não fez. Se você fez o que falou, ou que o outro da mesa falou, você bebe. Se você não fez o que falou ou o que o outro não falou, você não bebe, entendeu?
- Zzzzzzzzzzzzzzzzzz.
- Eu nunca fiquei com ex marido.
O próprio: - Você bebeu? Então você já ficou? Mas você não está separada há pouco tempo? Quem terminou o casamento?
- Filho de Deus, sem "DR", desse jeito vamos ter que brincar de vaca amarela antes de brincar de Eu Nunca, droga!
- Zzzzzzzzzzzzzzzzz.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Ou amor. Ou sexo. Ou os dois.

E quando chegarmos nessa condição, a de entrega, poderemos dar [...] "muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor. Esse sim é o maior tesão, esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar".
Nínive agora entendeu tudo.


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