Razão ...

RAZÃO ...


O conhecimento que recebemos, na maioria das vezes, não tem muita relação com a nossa história, no máximo tem relação com a nossa formação profissional.

Aprendemos a acumular conhecimentos, aplicar fórmulas, analisar teorias, repetir regras ...
Todos esses eventos têm relação direta com a nossa história pessoal, nossos sonhos, expectativas, projetos, relações sociais, frustrações, prazeres, inseguranças, dores emocionais e até crises existenciais.
Adquirir essas experiências e vivê-las a tal ponto de segurar as lágrimas para que não derramem, estar preso a pensamentos nunca revelados, ter temores não expressos, palavras não ditas, inseguranças comunicadas e reações psicológicas não decifradas, são àquelas em que aprendemos na escola da existência. É nessa escola que deixamos raízes, saudades e memórias infindáveis.
É vivendo com cada experiência, que aprendemos a lidar com ela.
Por todos esses motivos, a razão desse espaço é dividir aprendizagem, oportunizar leituras, e claro, me exercitar na escrita e na comunicação.

Seja muito bem vindo!


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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Faça acontecer ...

Pessoa aqui tá morrendo de saudade do blog e tem tanta coisa pra contar que não sabe por onde começar.

O curso em SP acabou e achei que iria congelar de tanto frio. Cinco graus fácil, fácil de manhã e a noite. Durante o dia um sol de rachar mamona. Curso intenso, estressante, vontade de chorar em toda prova e uma maldita TPM em semana inapropriada. Pessoa quase desistiu de fazer a prova, quis desabar em choro e depois ficou sabendo que tirou 8,4. Um dia essa TPM ainda acaba comigo. Ou eu com ela. Hunft!

As semanas se seguiram puxadas e tivemos todos que estudar. Muito. Final da tarde início de noite, dava tempo de ir perambular pela Paulista: que delícia é aquilo lá. Ainda tiveram duas escapulidas à 25 de março (óbvio) e à José Paulino, mas o excesso de glamour e falta de 'glana' não deram para uma sacolada. Dormir cedo para aguentar o trampo era ofício de todo dia e somente no último, fizemos um happy hour seguido de choros de despedidas do curso.

Por conta das atividades, não animei nem um diazinho fazer caminhada e pra acabar de escangalhar a noite eu era uma leoa de fome. Adivinhe? Pessoa engordou de novo.... ex-pli-co: na hora do almoço era só saladinha com carne, de sobremesa gelatina e nada de arroz e batatas e massas. Mas à noite meus amores, eu chegava um dragão e queria comer todos os congelados que tinha comprado, mais sobremesa ooooou, MC Donald's duas às vezes três vezes por semana. Ai delícia! Inclusive numa dessas danuras de comer Big Mac, fiquei tão feliz por Diego compartilhar da gulodice que abracei-o e dei alguns pulinhos pirulitantes dentro do elevador. Adivinhe again? Ficamos presos!!!! Diego, Cris, Giulia e eu. Era um tal de pedir socorro e disfarçar o nervosismo que eu não parava de falar. Nem eu, nem ninguém. Quando o zelador apareceu, pedi pra ele colocar o dedo mindinho dele na porta, só que estávamos em um paredão e não teve como estabelecer contato. Ele pedia calma e uma certa hora disse: já volto, não saiam daí tá?

Oi?

Ele conseguiu abrir a porta e foi buscar uma escada. Giulia louca escalou o paredão e quis dar mãozinha pra gente. Morri de medo daquele trem descer ou subir com tudo. Pra quem não queria ficar no elevador, me recusei a sair. Prá sempre. Todo mundo já de fora e eu dizendo que dali não saía. Giulia perdeu a paciência e quase me arrancou de lá com um braço só. Ufa! Saí. Eeeeeeeeeee. No Mc Donald's, depois do pedido feito, sentei e comecei a tremer. O baque veio tarde. Nem comi o lanche com a boca boa que tava e na volta encontramos o cara da manutenção que disse que há muitos, mas muitos anos o elevador não estragava. #vergonha.

Fora o curso puxado, mais o tumulto dos metrôs, mais pessoas presas no elevador, mais encontros globais em Congonhas Giba, Rodrigão e Bernadinho do Volei, Domingos Montagner (que faz o pai do Jesuíno em Cordel Encantado), e Paulo Micklos (vocalista Titãs), tuuuudo correu muuuito bem. (Ah! ficamos sabendo que Neymar e Ganso também estavam lá).

Então minha vida anda assim: faringite aguda (agora com suspeita de pneumonia), cama, xarope que me dá vontade de dormir muuuito e um friozinho gostoso na barriga de coisas novas que ando querendo conquistar por aqui. Porque para o novo, temos que ter mente aberta, dedicação e paciência. Foi isso o que um queridíssimo me escreveu outro dia no face e eu bem andei refletindo sobre isso. #umbeijoalongado




1º dia de curso



Na Paulista com Giulia e a dupla do abraço

Fazendo graça pra estátua do Outono

Happy hour na Paulista com Giulia

By Madonna

[Faça acontecer] ... que eu faço valer a pena!


Nínive intimou.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Torpedo

Os últimos dias do mês e os primeiros do mês seguinte são de muitíssimo trabalho – para mim - no escritório. É quando confiro toda a agenda de audiência dia-a-dia e vou montando as planilhas de despesas para serem cobradas, cada uma em seu tipo de despesa-geradora. Depois aguardo serem pré-aprovadas para emissão da nota fiscal. Feito isso, separo toda a documentação de cada processo gerador da despesa e anexo separadamente por autor e por CNPJ e a envio via Correios.
É um trabalho cheio de detalhes onde erros significarão que o Credenciador devolverá o malote por causa de 1(um) erro. E malote de pagamento devolvido é igual a chefe bufando porque não receberá seus numerários dentro daquele mês.

Além disso, ainda faço muuuitas outras coisas durante as outras semanas o que, ultimamente, têm me feito ficar até depois do horário seguidamente.
Estou reclamando não. O trabalho dignifica o homem.
Chego em casa me sentindo útil, cheia de responsabilidades, afazeres e ainda me imprimi a sensação de ‘tenho trabalho’ e não ‘tenho um emprego’.

Acontece também que, parte do meu trabalho é acompanhar o andamento e/ou o encerramento de processos, no que tange à parte financeira, o que me obriga a ir ao Banco-credenciador e ao Tribunal de Contas semanalmente. Dessa forma, as minhas saídas são costumeiramente demoradas, já que eu moro em uma Capital e cidade grande adoooora filas.

Essa semana, precisei ir a um banco muito perto do escritório que, de tão perto eu meio que me perdi e antes que pudesse chamar um táxi, ajudei uma senhora a atravessar a rua correndo – eu garrada no braço dela falando: vamu que dá. Assim que cheguei do outro lado da rua, vi a placa do banco à minha extrema direita e me peguei ainda agarrada no braço dela. Coitada cheguei a ver o vergão que deixei. Em tempo d’eu parar a circulação dela, Santo Deus....

Cheguei no banco, retirei a senha, depois de tocar de roda duas vezes em frente à maquininha e não ver, olhei para o luminoso e constatei que tinham 18 pessoas na minha frente. Sentei. Levantei. Tomei dois copos d’água. Sentei de novo, comecei a mexer no meu celular e escrevi um torpedo para a Sheila: [...] a fila está enoooorme aqui, vamos conversar?

Hoje, precisei de novo sair. Outro banco. Na volta, já no escritório, peguei a resposta dela, de hoje, que serviu para ontem também.
"AMIGA CHEGA LOGO
RUIM AQUI SEM VC
SNIFF"

Recebida a las 16:07:48 31/03/2003


Arrumei uma nova amiga, num arrumei?

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Resiliente - O Ser


Olá!


Há uns anos atrás, mamãe me entregou um artigo que falava sobre resiliência. Muito provavelmente eu devia estar passando por problemas e não estava achando um rumo para que eles tivessem um fim. Ou para que a dor, não me machucasse e não me fizesse perder o foco.

Essa semana, vi na atualização do meu orkut , uma comunidade falando sobre esse tema e achei apropriado tratar um pouco dele.


"Resiliência é a capacidade concreta de retornar ao estado natural de excelência, superando uma situação critica. Segundo dicionário Aurélio, é a propriedade de pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de tal de formação elástica”.

“ È A ARTE DE TRANSFORMAR TODA ENERGIA
DE UM PROBLEMA
EM UMA SOLUÇÃO CRIATIVA”
GRAPEIA/2004

Desse modo, posso dizer que vivemos em uma era em que a resiliência deve ser lembrada e praticada: em casa, no trabalho, no convívio social, com o parceiro e em todas as situações em que houver gente.
Em um site de administração que aborda o tema motivação e liderança, cita que resiliência "é a competência do momento". Originário do latim, o termo resiliência, do verbo resilire, significa "voltar para trás" ou "voltar ao estado natural". Pois bem, quem nunca disse algo que não deveria ter dito? Quem nunca agiu de tal maneira que acabou por se arrepender depois? Essas atitudes pós são as que a resiliência quer evitar. Por isso o termo pró, tem sido usado e lido frequentemente.

Resiliência pode não ser tão fácil entender, já que muitos podem confundir com passividade. Definitivamente não é isso!

Resiliência, segundo Eduardo Carmello, diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos e autor do livro "Resiliência - A transformação como ferramenta para construir empresas de valor", da Editora Gente é:
  • Promover as mudanças necessárias para atingir seus objetivos e os da empresa;
  • Manter as competências e habilidades, mesmo diante das adversidades;
  • Antecipar crises, prever adversidades e se preparar para elas;
  • Ter firmeza de propósito e manter a integridade.
Carmello diz mais: "O profissional resiliente tem três principais características: ele é antenado no mercado e detecta os sinais de oportunidades frente a mudanças ou adversidades, sem ficar só olhando para o lado ruim da situação; ele consegue entregar o que promete; e ele é capaz de promover mudanças estratégicas e entender seu valor", afirma Carmello.

Bem... ver o lado mais leve das coisas, procurar enxergá-las mais amplamente e mostrar-se disposto a inovar, são também características resilientes de quem se preocupa não somente em demonstrar essa postura no ambiente de trabalho, mas de quem se esforça a ser uma pessoa melhor em casa, para a família e os amigos.
Vamos ser mais felizes?

Beiju.



Fonte: A Resiliência. Disponível em: Acesso em 23 de fev. 2010.
Fonte: Saiba tudo sobre resiliência e veja por que as empresas preferem os resilientes. Disponível em: Acesso em 23 de fev. 2010.