Razão ...

RAZÃO ...


O conhecimento que recebemos, na maioria das vezes, não tem muita relação com a nossa história, no máximo tem relação com a nossa formação profissional.

Aprendemos a acumular conhecimentos, aplicar fórmulas, analisar teorias, repetir regras ...
Todos esses eventos têm relação direta com a nossa história pessoal, nossos sonhos, expectativas, projetos, relações sociais, frustrações, prazeres, inseguranças, dores emocionais e até crises existenciais.
Adquirir essas experiências e vivê-las a tal ponto de segurar as lágrimas para que não derramem, estar preso a pensamentos nunca revelados, ter temores não expressos, palavras não ditas, inseguranças comunicadas e reações psicológicas não decifradas, são àquelas em que aprendemos na escola da existência. É nessa escola que deixamos raízes, saudades e memórias infindáveis.
É vivendo com cada experiência, que aprendemos a lidar com ela.
Por todos esses motivos, a razão desse espaço é dividir aprendizagem, oportunizar leituras, e claro, me exercitar na escrita e na comunicação.

Seja muito bem vindo!


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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Apesar de ...


Tenho enorme prazer em ler e escrever. Pela hora, pode-se ver até que horas me proponho a fazer isso. Juro-te que ainda vou ler antes de dormir - estou lendo Comer, Rezar e Amar. Para os dia dos namorados eu sai com um: "e tem mesmo que passar o dia dos namorados com um namorado? Você por um acaso vai passar o dia do índio com um índio? O dia da árvore com uma árvore?"

Ainda bem que acabei não escrevendo nada disso, apesar de repetir isso o dia todo e rir sozinha quase sem conseguir terminar minha pérola. Aí que li algo muito melhor que meu estapafúrdio dito ao léu. Olha o que minha amada-idolatrada-salve-salve professora de Vitória/Es postou no seu blog sobre o dia romântico de domingo.

"Hoje li um texto dela (sim, Martha Medeiros) e me encantei com o que li. Sempre uso a expressão "ainda estou digerindo" quando o que leio ou escuto demoram (horam, dias, semanas e até meses...) para serem assimilados. Normalmente são coisas que sei, mas reluto em admitir. Daí, fico digerindo. Com cautela, cuidado...

E hoje lí que "a gente gosta de uma pessoa não por causa de, mas apesar de. Que gostar do que é gostável é fácil: gentileza, bom humor, inteligência, simpatia (...) tudo isso a gente tem em estoque na hora em que conhece uma pessoa e resolve conquistá-la. Os defeitos ficam guardadinhos nos primeiros dias e só então, com a convivência, vão saindo do esconderijo e revelando-se no dia a dia".

Ela narra isso levando para o lado amoroso. Concordo plenamente! Como já disse aqui algumas vezes, alma gêmea não existe. "O que existe é vontade de estar junto, trazê-la para o nosso mundo e entrar no mundo dela".

Ela é organizada. Ele, bagunceiro. Ela, gastadeira. Ele, pão duro. Ela, ama ler. Ele, adora video game. Ele, desencanado. Ela, muito ciumenta. E eles se amam. E enquanto o amor for maior que o apesar de, ok. Porque existem momentos em que o apesar de... fala mais alto. E daí você olha ao lado e percebe que as diferenças são maiores que o amor. E daí cada um segue o seu rumo... e daí, Frederick Perl fará mais sentido quando afirma:

"Eu faço as minhas coisas e você faz as suas.
Eu não estou neste mundo para satisfazer as suas expectativas.
E você não está neste mundo para satisfazer as minhas.
Você é você, e eu sou eu.
E, se por acaso, nós nos encontrarmos, será ótimo.
......Se não, nada se pode fazer."

Hoje é Dia dos namorados. Mas pense um pouquinho. Vá mais além... Enão fique presa ao seu mundinho de relacionamento amoroso. Não que ele não importe. Claro que importa, e muito! Mas pense em seus relacionamentos. Com todos. Seus amigos, parentes, colegas de trabalho... As pessoas vão gostar de você quando o amor que eles sentem por você, ou a vontade de estar junto, ou seja lá o que for, superar o "Apesar de..."

Quando o seu jeito de falar alto não incomodar a sua amiga ao ponto dela não querer mais ir a uma cafeteria com você. Quando o seu ciúme não falar mais alto que a histeria. Quando sua amizade for maior que o sono das três da manhã. E ouvir as lamúrias de sua amiga for mais importante que descansar mais um pouco. Quando aquele favor negado (e justificado!) não for mais importante que a amizade gostosa que vinha surgindo.

E daí eu concluo que Martha está certa. Aliás, certíssima.

E os outros. Aqueles.. sim, aqueles que nos amam. Eles também nos amam Apesar de.

E daí o mundinho fica maior que o seu umbigo.

Pense nisso."


A linda Elisa Avelar do blog Lisa

Nínive está impressionada, reflexiva, pensativa e vai resignificar esse texto para a sua vida.

terça-feira, 8 de março de 2011

É só amanhã...


... no Memorial em Flor, último dia para participar do sorteio de um ano do blog.


Clique aqui, para se inscrever.


Muah!
Nínive tem tanta coisa para escrever e contar e desabafar e falar e gesticular, que ela resolver momentaneamente sorrir. Para todo mundo.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Um beijo para o ano de 2010!

Lembro-me de ficar lamuriando o ano que se passou e desejar que o novo chegue logo para ser melhor. Esse ano foi o meu melhor. Tomei decisões e arquei com as consequências [assim como deve ser] e elas têm sido ótimas.

Esse, foi o ano da minha formatura, dos meus 30 anos, da minha mudança de casa, de cidade, de estado e de estado civil, do meu casamento e da minha nova vida a dois. Muita coisa boa sendo assimilada [na marra], às vezes me deixa apreensiva, às vezes em puro êxtase. Não somente eu, tenho sentido o baque da mudança; Cid também, mas acredito que as mulheres sabem lidar melhor com essas questões.

Quando chego em casa e vejo meu armário sendo ocupado por dois, pratos na mesa para dois, duas toalhas penduradas, arquivos no computador separados pelo nome do casal, tudo isso têm me deixado em uma grande zona de conforto e estou amando estar nessa situação. Tenho deixado Cid tomar as rédeas das coisas [ele adora] e não me sinto tão sobrecarregada ao ter que assumir uma decisão, sem ter tido alguém para ponderar.

Não ... não é só o fato de estar casada. É o simples episódio de ter sido com ELE. Não poderia ter havido escolha melhor. TENHO CERTEZA DISSO.

Além dessas questões românticas, há também o fato de estarmos a poucos dias de um novo ano e esse tema em especial me acomete a sentimentos de nostalgia. Sempre, sempre, nessa época reflito sobre o passado e projeto o futuro. Tudo será novo, de novo, mas o que foi merece momentos de instropecção, porque fomos, passamos, fizemos, merecemos, estudamos, lemos, acordamos, dormimos, passeamos, choramos, rimos ... e por fim chegamos aqui!

Por tudo isso, gostaria de desejar BOAS FESTAS e um 2011 FLORIDO a todos vocês!


Nínive deixa uma mensagem de SENTIMENTOS para seu desfrute.

Vale dos Sentimentos

Era uma vez chamado Vale dos Sentimentos. Lá moravam todos os sentimentos do mundo, cada qual com seu nome: alegria, riqueza, sabedoria, determinação. Apesar de serem tão diferentes, se davam muito bem. Até os sentimentos como orgulho, tristeza e vaidade não tinham problemas entre si. Mas era lá no fundo do vale, na última das casinhas que morava o mais bonito de todos os sentimentos. O AMOR. Ele era tão bom que quando os outros sentimentos chegavam perto dele ficavam mudados porque eles sabiam que dentre eles, o amor era o melhor. Porém no mesmo vale, num lugar mais afastado havia um castelo. E lá também morava um sentimento, só que não tinha nadinha de bom... Era a raiva. E a raiva, de tão ruim que era, não gostava dos moradores do vale. Por isso, quando acordava de mau humor fazia de tudo para estragar a beleza do lugar. Certo dia, teve uma boa idéia. Foi até o calabouço e preparou a poção mais esquisita e estraga-prazeres de que se teve notícias. A fumaça da poção tomou conta do lugar, do vale e se transformou numa tempestade como nunca se tinha visto antes. Quando o vale se encheu de raios, chuvas e ventos, todos correram para se proteger. O egoísmo foi o primeiro a se esconder, deixando todos para traz. A alegria deu risada de alívio por ter se salvado rapidinho. A riqueza recolheu tudo que era seu, antes de se abrigar. A tristeza, a sabedoria, a vaidade, todos conseguiram chegar as suas casas a tempo. Todos, menos o amor.

Ele estava tão preocupado em ajudar aos outros que acabou ficando pra trás. Então uma coisa aconteceu. Um raio bem forte caiu sobre o vale atingindo o amor. A raiva deu sua tarefa por cumprida e foi dormir. Quando a tempestade passou, os sentimentos puderam abrir as janelas aliviados. Mas ao saírem eles sentiram uma coisa diferente no ar, o que nunca tinham sentido antes. Foi então que eles viram...
- O que aconteceu com o amor?
- Ele não se mexe ...
- Tá tão parado que parece que ... morreu.

Nisso a tristeza começou a chorar. O orgulho não aceitava. Disse que era mentira. A riqueza disse que era um desperdício. E a alegria pela primeira vez, não sorriu.

Foi ai que uma coisa estranha começou a acontecer. Os sentimentos começaram a ter desavenças, porque sem o amor para uni-los, as diferenças apareceram. A situação já estava bem ruim quando eles repararam que estavam sendo observados. Alguém que eles nunca tinham visto ali antes. Então, o estranho se ajoelhou na frente do amor, tocou-o calmamente e ele abriu os olhos.
- Ele não morreu. O amor não morreu. Gritaram todos. Foi ai que puderam ver o rosto do estranho que se chamava Tempo. E todos comemoraram porque o amor estava vivo e sempre vai estar, porque não há nada que acabe com o amor tendo o Tempo ao seu lado para ajudá-lo.

E sabe o que aconteceu com o Amor e o Tempo? Eles se uniram e tiveram três filhos: experiência, perdão e compreensão, que moram até hoje no vale dos sentimentos, lá no fundindo do coração.

"Quando procuramos o bem nas outras pessoas, descobrimos o que há de melhor em nós mesmos".


Autor desconhecido [mas foi a mamãe quem me mandou por e-mail].


segunda-feira, 19 de abril de 2010

Olhar além dos olhos .. ..

Semana passada tomei uma decisão importantíssima que já deveria ter tomado há mais tempo. Mas .. .. que por motivos como falta de coragem, excesso de apego e o que fazer com o primeiro dia do resto da minha vida?, me fez protelar. (diga aí, sou dramática não sou?)

Sentimentos genuínos como admiração, carinho, amor, saudade, admiração, arrebatamento e afeição me fizeram sentir presa que de tão presa estava me sufocando. Só percebi, quando o ar começou a me faltar. Não aquela falta de ar de frio na barriga, de emoção, mas àquela de pane, desligamento. Acordar e só me sentir bem se.. ir trabalhar e só me sentir bem se.. ir para os finais de semana e só me sentir bem se... . IMAGINA. Isso não combina comigo.

E a mudança veio de dentro. Assim, de leve, na hora certa, sem pressões alheias ou conselhos furtivos. Levou tempo, dias, noites, semanas, meses. Durou na verdade, um piscar de olhos e lá estava eu rumando para a decisão ser cumprida. Libertei-me para não me sentir presa jamais.

Ah nem tanto, até que o próximo evento aconteça, porque como eu disse recentemente para o Papai: "eu não tenho medo de viver e nem de sofrer".

Não estou falando de uma pessoa específica. Estou falando de todo tipo de mudança: de fazer uma nova seleção de amigos, de me comprometer mais no novo trabalho, de fazer da minha nova moradia um doce lar, de definir meu futuro, de eleger meu ex-atual e forever mestre, meu mais novo-e-legal-e-moral-e-que-não-engorda-amigo e fazer a minha primeira careta para ele vendo-o comer carangueijo com perna, cabeça, pêlo e sal. E com ele, fazer planos. (soou romântico hein LC? Rs.)

Ontem ele me fez a seguinte pergunta: o que você quer para a sua vida?
E antes que eu respondesse ele me deu dois caminhos. Nossa, como ficou fácil estabelecer meu futuro. Eu tenho opções!!!! Ele me fez vê-las. Nãooo mentira. Ele ainda disse: "podemos ir ver isso juntos se quiser". (é agora a hora do beijo?).

E eu aqui, entocada, às vezes me sentindo sozi-i-i-i-inha, loooonge de tudo e de todos, olhando para o horizonte e não enxergando as coisas e as pessoas mais próximas. Mais reais. Mais palpáveis. Mais presentes. Em um outro post, eu falei sobre isso, sobre valorizar, ser mais presente.

Certa vez, em um momento apropriado eu lhe escrevi (apesar de estar morta de ciúme desse texto, vou reproduzi-lo):

"De: Nínive Moreira Lage
Enviada em: sábado, 5 de dezembro de 2009 01:34
Para: Luiz César
Assunto: Gratidão

Olá! Bom dia-a...

Ainda não consegui desacelerar meu corpo e a minha mente do cadente processo de introspecção e concentração a que me submeti nas últimas semanas.
Me pego checando várias coisas no meu e-mail como seu eu ainda tivesse alguma coisa a ler, a escrever, a revisar. (vou acatar todas as sugestões de correção, calma!)
Quinta feira não quis ir trabalhar cedo. Cheguei em casa na quarta depois da apresentação e do Coronel Picanha me sentindo exausta, com muita vontade de dormir por horas a fio como há muito tempo não faço.
Não consegui. Acabei acordando cedo.

Não paro de rememorar as últimas 24 horas que antecederam a apresentação.
Entrei em transe absoluto.
Procurei me lembrar de tudo aquilo que você apontou de frágil no meu trabalho e fui elaborando as possíveis perguntas e respostas. Repassando, repetindo.
Em silêncio.

Fiz as impressões da identificação da porta, das mesas da banca, das minhas fichas, conferi os slides muitas vezes. Repassei com a Karina o tempo, a apresentação. Chequei a roupa, a meia, a blusa, os sapatos.

Cheguei 16h20.

Fui te procurar na sala dos professores e a Profª Rosimar estava lá. Me perguntou: -está nervosa? -respondi: tem um ano que estou escrevendo esse trabalho. É a minha chance de te mostrar. Ela sorriu e emendou: Seu trabalho está muito bom. Agradeci.
Na volta cruzei com uma funcionária que me disse: - você vai apresentar TCC? - Vou. - Você está lin-da! Boa sorte!. -Obrigada.

Denny e Karina estavam (tentando) se comportar bem. Denny disse que queria me fazer perguntas sobre o trabalho, junto com a banca (ufa! ainda bem que não era sobre dívida ativa). Karina queria saber quem iria pagar a cerveja depois. Os dois assim: tudo junto, misturado, criando expectativas e nervosos como se fossem apresentar (será que eles acharam que ficariam em pé lá na frente comigo?)

De fato eu não estava nervosa, estava ansiosa para apresentar.

Você abriu a sessão e fiquei aguardando o seu enfático: - Nínive, você está pronta?

Me lembro do esforço em falar pausadamente, fazer uso de gestos, olhar para todos os presentes e não me perder nas fichas. Fiquei um pouco preocupada com os slides, mas em um dos momentos de concentração e vendo o esforço da Karina aqui em casa em me ajudar, decidi que mesmo que ela se perdesse, eu continuaria falando.
Apenas em dois momentos, me virei para ver se os slides estavam no gatilho: (1) quando fui falar sobre a análise dos dados e (2) quando fui concluir. Era importante eu fechar a conclusão explicitamente.

Fiquei estupefada com as considerações da banca. Não sei se é de praxe a banca fazer considerações pessoais, mas eu fiquei muito emocinada. Evitei chorar ao máximo, porque chorar não combinaria com a 'minha elegância' e não é assim que eu gostaria que as pessoas me vissem.

Eu não esperava jamais, palavras como aquelas da Profª Rosimar. As coisas que ela me disse me afetaram tanto, que a minha vontade agora era que tivesse sido gravado. Da mesma forma o prof. Lugon. Do púpito eu vi várias orelhas no trabalho e fiquei aguardando as 'porradas'. Ele falou do nome, da conclusão explicitamente falada e não escrita e do púpito.

Quando foram se reunir reservadamente, fiquei refletindo sobre meu 'erro' de apresentar no púpito. Quando e porque a idéia me ocorreu e porque isso causou extrema odiosidade por parte dele. Talvez eu tenha lido muito mesmo, talvez eu tenha feito um discurso e não uma apresentação. Talvez a banca esperasse uma apresentação com movimento de corpo, gestos, apontes e expressões.

Todas as palavras e as sensações só acresceram na minha bagagem profissional.
É indescritível o momento de ouvir a leitura da ata. Me lembro que fechei os olhos quando Lugon disse: aprovada com NOTA DEZ.
Estava lá o que eu queria!

Quando a você, Luiz Cesar, o que tenho para lhe dizer? Que você me testou.

Testou a minha paciência, o meu humor, o meu interesse, a minha disposição.
Testou a minha capacidade, a minha inteligência e as minhas leituras.

Cheguei a pensar naquela sexta-feira que você apontou as fragilidades do meu trabalho, que ele tinha sido perdido comigo dentro.
Mas quer mexer comigo é me dizer: não pode, não tem mais jeito, é tarde demais.
Por isso acho que você me testou.

Que bom que você não desistiu de mim.
Que bom que você teve paciência comigo.
Que ótimo que o DEZ que tiramos, foi fruto de uma produção intelectual comum.

Você - de toda forma - se dedicou a um interesse meu. E por isso a minha melhor forma de expressão, foi dedicar o meu trabalho a você!

Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada."


E você LC, ainda me foi gentil ao responder:

"RES: Gratidão‏
De: Luiz Cesar U
Enviada: sábado, 5 de dezembro de 2009 7:54:28
Para: 'Nínive Moreira Lage'

Nínive, você é uma pessoal especial.
Não é uma pessoa comum.
Foi especial e eu gostei de lhe conhecer.
O dez foi mérito seu.
Dentro de poucos minutos vou para o Rio. Volto dia 14.
Na volta vamos falar sobre o TCC (um pouquinho) e sobre o churrasco do dia 19 (um montão)?

Beijos e sucesso,

LC"


Valorizar as pessoas. Simplesmente. Porque umas são SIM, melhores que as outras.
Ta aí a prova ó. (Com o dedinho apontado para cima).

Exagerada, jogada aos seus pés eu sou mesmo exagerada