Razão ...

RAZÃO ...


O conhecimento que recebemos, na maioria das vezes, não tem muita relação com a nossa história, no máximo tem relação com a nossa formação profissional.

Aprendemos a acumular conhecimentos, aplicar fórmulas, analisar teorias, repetir regras ...
Todos esses eventos têm relação direta com a nossa história pessoal, nossos sonhos, expectativas, projetos, relações sociais, frustrações, prazeres, inseguranças, dores emocionais e até crises existenciais.
Adquirir essas experiências e vivê-las a tal ponto de segurar as lágrimas para que não derramem, estar preso a pensamentos nunca revelados, ter temores não expressos, palavras não ditas, inseguranças comunicadas e reações psicológicas não decifradas, são àquelas em que aprendemos na escola da existência. É nessa escola que deixamos raízes, saudades e memórias infindáveis.
É vivendo com cada experiência, que aprendemos a lidar com ela.
Por todos esses motivos, a razão desse espaço é dividir aprendizagem, oportunizar leituras, e claro, me exercitar na escrita e na comunicação.

Seja muito bem vindo!


segunda-feira, 29 de março de 2010

Puculando ...

Menininha

Olá!

Domingo ma-ra-vilho-so.
Segunda-feira corrida.
À noite, fui ver um lugar para morar.
Procurar, procurar ... porque morar em um barril NÃO é uma das minhas opções. Rs.

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Desesperado, o chefe olha para o relógio, e já não acreditando que um funcionário chegaria a tempo de fornecer uma informação importantíssima para uma reunião que estava começando, liga para o dito cujo:

- Alô! – atende uma voz de criança, quase sussurrando.
- Alô. Seu papai está?
- Tá… – ainda sussurrando.
- Posso falar com ele?
- Não! – disse a criança bem baixinho.

Meio sem graça, o chefe tenta falar com algum outro adulto:

– E a sua mamãe? Está aí?
- Tá.
- Ela pode falar comigo?
- Não. Ela tá ocupada.
- Tem mais alguém aí?
– Tem – sussurra.
– Quem?
- O puliça.

Um pouco surpreso, o chefe continua:
- O que ele está fazendo aí?
- Ele tá conversando com o papai, com a mamãe e com o bombelo..

Ouvindo um grande barulho do outro lado da linha, o chefe pergunta assustado:

- Que barulho é esse?
- É o licópito.
- Um helicóptero!?
- É. Ele tlôce uma equipe de busca.
– Minha nossa! O que está acontecendo aí ? – o chefe pergunta, já desesperado.

E a voz sussurra com um risinho safado:

- Eles tão me puculando.

2 comentários:

  1. kkkkkkkkkkkkk,que fofo muito bom,criança levada e esperta,e calma que você vai encontrar lugar para morar,beijos no coraçao

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Agradeço de coração a você que me lê e que expressa em palavras sua demonstração de afeto e carinho. É um prazer receber a sua visita. Muah!