Razão ...

RAZÃO ...


O conhecimento que recebemos, na maioria das vezes, não tem muita relação com a nossa história, no máximo tem relação com a nossa formação profissional.

Aprendemos a acumular conhecimentos, aplicar fórmulas, analisar teorias, repetir regras ...
Todos esses eventos têm relação direta com a nossa história pessoal, nossos sonhos, expectativas, projetos, relações sociais, frustrações, prazeres, inseguranças, dores emocionais e até crises existenciais.
Adquirir essas experiências e vivê-las a tal ponto de segurar as lágrimas para que não derramem, estar preso a pensamentos nunca revelados, ter temores não expressos, palavras não ditas, inseguranças comunicadas e reações psicológicas não decifradas, são àquelas em que aprendemos na escola da existência. É nessa escola que deixamos raízes, saudades e memórias infindáveis.
É vivendo com cada experiência, que aprendemos a lidar com ela.
Por todos esses motivos, a razão desse espaço é dividir aprendizagem, oportunizar leituras, e claro, me exercitar na escrita e na comunicação.

Seja muito bem vindo!


segunda-feira, 15 de março de 2010

Segunda tensa!

Olá!

Ô diazinho esse meu viu. Nú.
Minha cabeça está doendo a tarde toda.
Vários pepininhos no trabalho. :(
Ainda por cima estou procurando AP, preciso me mudar.
Contei?
Então.. prá ontem. Fui até na UFES hoje. Garimpei todos os murais da UFES atrás de anúncio de AP. Igual cachorro em poste? Via um e parava, mas no meu caso eu não fazia xixi não... só anotei os telefones mesmo.
Agora vou fazer uma lista, sair ligando, anotando os endereços para depois fazer visita. De casa em casa.
- Oi, te liguei e vim conhecer o Ap. Meu nome é Nínive.
- Quem?
- Nínive.
- Denise?
- Não, Nínive.
- Niviti?
- Não, Ní-ni-ve.
- Níniver.
- Não tem erre.
- Nossa, como é mesmo seu nome?
- Nínive. ene-i-ene-i-vê-é
- Ah...tá..deixa prá lá com o tempo eu aprendo.
- Então.. tem vaga?


Sempre tive que lidar com isso?
E no telefone, então? Ah não, abafa. No telefone é uma novela.
- Arena Muniz, boa tarde.
- Boa tarde, quem fala?
- Nínive.
- Quem?
- Nínive.
- Denise?
- Não. Meu nome é Nínive.
- Pode soletrar?
- Ene de navio, i de igreja, ene de navio de novo, vê de vela e ê de escola. Não, não tem erre. Nínive. Termina no 'e'.
- Ah tá. Que diferente. Bonito. A Drª Rosane está?


Poooooooooooooooo-de uma coisa dessa???????????????????????

E sempre tive sina para ter colegas, amigas e namorados com nomes tão difíceis quanto.
As meninas: Séfora, Moara, Quézia, Adshiza, Clemildes .. .. ..
Os meninos: Wellington, Jacinto Humberto, José Cid, Ádamo .. . ..

Como a mamãe gastou tu-u-u-udo comigo, e o meu irmão nasceu de 7 meses, ela não deve ter tido tempo de fazer uma busca avançada e o chamou de Rafael mesmo. (Melhor que Nabucodonosor, Narciso, Nairon...)

Com a minha irmã - que já são cinco anos de diferença entre mim - ela quis ainda mais simples. E olha que ela podia ter escolhido Nívea, Nirislene, Natasha, Nuria. Porque tempo ela teve.
Mas preferiu Nanda, que de tão simples, enfrenta quase que o mesmo problema que eu:
- Ah Fernanda?!
- Não. É Nanda mesmo.
- Amanda?!
- Não, Nanda.
- Ah tá. Mas é Nanda ou Ananda?

Minha filha vai se chamar Helena.
- Com ou sem 'H'?
Até lá eu penso, tá?

Boa semana!!

Muah!

4 comentários:

  1. rssssss,muito bom,você é incrivel,escreve muito bem,devia escrever um livro com historias de "NINIVE",minha irmã se chama Helena,bjsssssss

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  2. Seu blog deveria chamar-se Ninive in Memory!!! Ia fazer mó sucesso....kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Ai que nao consigo parar de rir.......

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Agradeço de coração a você que me lê e que expressa em palavras sua demonstração de afeto e carinho. É um prazer receber a sua visita. Muah!